As curvas da vida se delineam
Sobre as palmas das maos
Você é a forma que elas são
E não pode as modificar
O tempo se vai em segundos
E as linhas, as mesmas da sua mão
Contrapõem as certezas do mundo
Num ponto mínimo de imensidão
O infinito está sendo desvendado
Mais um novo começo
O desconhecido já é passado
Futuro de ontem é agora mesmo
Quantas vidas passarão
Sem que nada se pressinta
Fatos corriqueiros
E a mesma alma perdida
Sem ir para um lugar
Sem saber onde está
Sem ninguém
Sem
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